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Massacre de Newtown volta a levantar questão da venda de armas nos EUA

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Massacre de Newtown volta a levantar questão da venda de armas nos EUA

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O massacre desta sexta-feira em Newtown, no Connecticut foi o maior de sempre numa escola primária nos Estados Unidos e segundo maior de sempre.

É mais um episódio sangrento no historial de massacres em escolas nos Estados Unidos, que desta vez atingiu uma pequena cidade onde ninguém esperava algo assim.

O assassino foi identificado como Ryan Lanza, de 24 anos. Terá morto a própria mãe, professora na escola, e começou depois a disparar sobre as crianças. Antes, terá morto o irmão, no Estado de Nova Jérsia.

À saída da escola, as crianças mostravam-se chocadas, mas com lucidez suficiente para contar aos repórteres o que viveram: “Quando fomos à reunião da manhã, ouvimos tiros, toda a gente se deitou, o professor fechou a porta e fomos todos para um canto”, conta uma menina. Outra criança dá a sua versão: “Estava no ginásio, ouvimos sete detonações. Os professores disseram que fôssemos para o canto, apertámo-nos todos e continuei a ouvir todas aquelas explosões”.

Um pai dá a versão dos adultos: “Corremos, como todos os outros pais, mas percebemos que não conseguíamos chegar à escola. Felizmente, encontrámos o quartel dos bombeiros perto. Mandaram toda a gente, incluindo as crianças, para a porta lateral do quartel”.

Este novo massacre volta a levantar a questão da venda livre de armas, nos Estados Unidos. A repetição deste tipo de episódio faz com que se levantem as vozes que pedem um maior controlo.