Última hora

Última hora

UE: Política de defesa comum é aposta para o futuro

Em leitura:

UE: Política de defesa comum é aposta para o futuro

Tamanho do texto Aa Aa

A cimeira dos 27 em Bruxelas terminou sob o signo da política de defesa comum, depois do acordo sobre a união bancária dominar o primeiro dia. O crescimento económico e a criação de empregos na União Europeia passa pela indústria militar, como explicou o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy:

“Queremos que a política de segurança e defesa comum se torne mais efetiva. Isto inclui também as capacidades civis, o que é um aspeto importante, assim como uma maior cooperação entre os estados-membros no que respeita às capacidades de defesa. Também queremos ver uma indústria da defesa mais forte na Europa, que possa contribuir com mais inovação, mais competitividade, mais crescimento e mais emprego através da nossa União. Em termos práticos, convidámos o alto representante assim como a Comissão a desenvolverem propostas e apresentá-las o mais tardar em setembro de 2013.”

Durante a noite de quinta para sexta-feira, os 27 estabelecerem um plano para o reforço da integração comum até às eleições europeias de 2014, podendo em seguida ocorrer uma revisão dos tratados.

O presidente da Comissão, Durão Barroso, mostrou-se confiante quanto ao futuro:

“Nós estamos a combater a crise, nós temos uma visão de longo prazo para a nossa União. Esta foi uma boa semana para a Europa, não só pelo Prémio Nobel que tem um grande significado para nós, mas em termos mais concretos com o acordo sobre o mecanismo de supervisão bancária e o acordo para a Grécia.”

Os 27 libertaram mais uma fatia da ajuda financeira indispensável para Atenas. Apesar da confiança manifestada por alguns dirigentes da União, a chanceler alemã mantém-se cautelosa e recusa dizer que o pior já passou para a zona euro.