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Obama promulga lei "Magnitsky" fortemente criticada por Moscovo

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Obama promulga lei "Magnitsky" fortemente criticada por Moscovo

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O presidente dos Estados Unidos promulgou a lei “Magnitsky”, que moderniza as relações comerciais com a Rússia, mas prevê sanções contra responsáveis russos implicados em violações dos Direitos Humanos.

O texto, que põe fim às restrições comerciais aplicadas à Rússia, tinha sido aprovado na Câmara dos Representantes a 16 de Novembro e no Senado no passado dia 6.

Mas os legisladores acrescentaram a aplicação de sanções contra funcionários russos alegadamente envolvidos na morte do advogado anticorrupção Serguei Magnitsky, que morreu numa prisão russa em 2009.

Moscovo denunciou uma “ingerência aberta nos assuntos internos” da Rússia e “uma posição cega e perigosa” dos Estados Unidos.

A deputada do partido liberal democrático russo, Yelena Afanasyeva, diz que “lamentavelmente, os norte-americanos tentam outra vez monopolizar o papel de único juíz internacional, quando, sem qualquer procedimento em tribunal, determinam se alguém está envolvido em crimes”.

Para além dos envolvidos no caso “Magnitsky”, a lei prevê a recusa de entrada nos Estados Unidos e congelamento de ativos de pessoas implicadas em violações dos Direitos Humanos na Rússia.