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Professores de Sandy Hook temeram o pior

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Professores de Sandy Hook temeram o pior

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Os professores da escola primária de Sandy Hook, em Newtown, não esperavam sobreviver. Enquanto, o autor do ataque disparava contra alunos e professores de duas salas de aula, nas restantes tentava-se tranquilizar as crianças com a leitura de histórias e, sobretudo, com palavras de carinho.

“Pensei que devia agir como uma mãe e acabei por dizer às crianças que as amava muito e que tudo ia terminar bem. Porque na verdade pensei que esta seria a última mensagem que iam ouvir” afirma uma professora.

600 crianças estavam na escola no momento do ataque. 20 foram mortas. A população fala de um pesadelo.

Um homem refere que “a cidade tem cerca de 300 anos e este é, provavelmente, o pior dia da história desta gente. É horrível que tamanho demónio exista nos Estados Unidos e em Sandy Hook em particular, mas creio que é esta a natureza do mundo em que vivemos.”

As razões que levaram o atirador, filho de uma professora da escola, a abrir fogo sobre as crianças são desconhecidas.

A mãe do homicida foi encontrada morta no apartamento onde vivia. A namorada está dada como desaparecida.