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As armas de guerra na "mira" dos democratas norte-americanos

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As armas de guerra na "mira" dos democratas norte-americanos

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O massacre de Newtown poderá ser o ponto de viragem na política de acesso às armas nos Estados Unidos.

Desde sexta-feira, que vários políticos, essencialmente democratas, reclamam o reforço do controlo da venda de armamento no país, em especial de armas de guerra, como aquelas utilizadas nos tiroteios dos últimos anos.

Uma senadora democrata anunciou ontem que pretende propor uma nova lei sobre o tema, na primeira sessão do novo congresso, em janeiro.

“Posso dizer-lhe que apresentarei uma proposta de lei na primeira sessão do Senado, e que deverá ser também apresentada na câmara dos representantes. Uma proposta para proibir a venda, importação e posse de armas de guerra, assim como os cartuchos ou tambores com capacidade para mais de dez munições”, afirmou a senadora democrata Dianne Feinstein.

Segundo os últimos dados da investigação, em Newtown, duas armas de guerra faziam parte do arsenal de quatro armas do jovem atirador Adam Lanza, assim como centenas de munições.

Uma petição reuniu já mais de 100 mil assinaturas, desde sábado, para pedir uma ação urgente à Casa Branca para limitar o acesso às armas no país.