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O duelo de gerações nas presidenciais sul-coreanas

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O duelo de gerações nas presidenciais sul-coreanas

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A Coreia do sul elege hoje um novo presidente, com os olhos postos na economia do país e na ameaça da vizinha Coreia do norte.

O sufrágio, que opõe a filha do antigo ditador do país a um ex-ativista detido pelo anterior regime, ocorre depois do lançamento de um foguetão norte-coreano ter inflamado as relações entre as duas nações.

As sondagens apontam para um resultado cerrado entre a candidata conservadora, Park Geun-hye e o liberal Moon Jae-in, que promete fazer a “dança do cavalo” do cantor Psy Gangnam, caso a participação supere os 77%.

A campanha eleitoral foi marcada pelas promessas de ambos os candidatos de combater as desigualdades sociais no país, com Park a aspirar ser a primeira mulher presidente do país e Moon a propor um plano para reduzir o desemprego juvenil.

O candidato liberal defende ainda a reabertura do diálogo com a Coreia do Norte, assim como o envio de ajuda para a população.

Mas o combate nas urnas é antes de mais o de duas gerações, entre os saudosistas do impulso económico da ditadura e os mais jovens que se sentem excluídos do acelerado crescimento económico do país.