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Política externa sul-coreana por mudar

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Política externa sul-coreana por mudar

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Foi eleita presidente da Coreia do Sul há pouco mais de um dia, mas já recebeu vários embaixadores, acreditados em Seul.
 
Por exemplo, os representantes diplomáticos da China e do Japão, as duas principais potências regionais já se encontraram com Park Geun-hye.
As relações entre as duas Coreias foi um tema ausente da campanha eleitoral. Mas já está, em lugar de destaque, na agenda da presidente eleita, como ela própria confirmou:
 
“O lançamento pela Coreia do Norte, de um foguete de longo alcance, demonstrou, significativamente, a seriedade e a realidade que a nossa segurança está a enfrentar agora. Mas há outras preocupações que estão a crescer muito: o conflito regional no nordeste da Ásia e a crise mundial. Acho que as pessoas me pediram para ultrapassar esta crise sabiamente. Vou manter a minha promessa ao povo, vou abrir, na península coreana, uma nova era, com o reforço da segurança e uma diplomacia, assente na confiança”.
Passada a campanha eleitoral, o realismo regressou, rapidamente. E pode haver mudanças, na política externa, como admite o analista político, Chi Won-bin:
 
“Enquanto a administração de Lee Myung-bak tem sobrevalorizado a aliança com os Estados Unidos, e tem negligenciado o relacionamento com a China e a Coreia do Norte, acho que a presidente eleita, Park Geun-hye vai adotar políticas mais afirmativas, no quadro da diplomacia e segurança, em relação à China e à Coreia do Norte”.
A presidente eleita prestou ainda homenagem a vários dirigentes sul-coreanos já falecidos, entre eles o seu próprio pai que governoui o país, com mão de ferro.