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Cimeira UE/Rússia terminou sem progressos negociais

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Cimeira UE/Rússia terminou sem progressos negociais

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Começou e terminou em clima de tensão. A cimeira UE-Rússia, esta sexta-feira, em Bruxelas, não alcançou progressos nos principais dossiês de negociação, tais como a regulação do mercado energético, o regime de isenção de vistos ou as medidas protecionistas a vários produtos de exportação.

Mas foi o tema dos direitos humanos e políticos que levou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, a duras críticas: “Estamos preocupados com casos ultrajantes de violação dos direitos das minorias russas em países da União Europeia como os Estados Bálticos, onde se transformam verdadeiros nazis em heróis”.

Um contra-ataque às duras críticas de Bruxelas à perseguição de opositores ao Kremlin e à condenação dos membros da banda Pussy Riot.

Mas o presidente do Conselho, Herman van Rompuy, recordou que esse é um princípio fundamental para a UE: “A UE está profundamente convicta de que é preciso criar espaço para as atividades da sociedade civil, a fim de se alcançar uma modernização efetiva da economia e da sociedade.”

Ap fim de duas cimeiras UE/Rússia em 2012, a tensão mantém-se e ficam os votos do presidente da comissão europeia, José Manuel Barroso, de que no futuro a relação de interdependência deixe de ser por necessidade e passe a ser por escolha.