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O fim do mundo para todos os gostos

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O fim do mundo para todos os gostos

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No mundo em que a informação virou entretenimento, os diferentes devaneios em torno do pretenso fim do mundo fazem manchete.

Nas Honduras, um pitoresco xamã entretém os turistas com uma “cerimónia de unificação Maia” para assinalar o fim do calendário e o início de uma nova era “de paz e prosperidade”.

Na Sérvia, houve quem pagasse 500 euros por noite para dormir junto a uma montanha em forma de pirâmide, que alguns crentes afirmam ser mística. A economia local – onde o salário médio é de 250 euros – agradece.

Na China, o inverno começou mais cedo para cerca de mil membros da seita “deus todo-poderoso”. Foram detidos, não por andarem a pregar o fim do mundo mas por apelarem à insurreição para derrubar “o dragão vermelho”, como chamam ao Partido Comunista Chinês.