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Indianos em fúria contra violação coletiva de estudante universitária

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Indianos em fúria contra violação coletiva de estudante universitária

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Milhares e milhares de pessoas, sobretudo estudantes universitários, mostraram, em frente ao palácio presidencial indiano, em Nova Deli, até onde pode ir uma vaga de indignação.

Os protestos não têm parado desde a violação coletiva de uma jovem estudante de Fisioterapia, de 23 anos, hospitalizada em estado crítico. Cinco dos seis homens alegadamente envolvidos no estupro já foram detidos.

A pena prevista pela lei indiana, nestes casos, é de dez anos de prisão. Mas muitos, incluindo o chefe da polícia de Nova Deli, exigem a pena de morte. Num país onde as associações de direitos das mulheres denunciam a permissividade social perante as agressões sexuais, o número de violações mais do que duplicou nos últimos 20 anos.

A estudante em questão vinha do cinema com um amigo, um engenheiro informático de 28 anos. Ambos apanharam um autocarro fora de serviço, mas cujo condutor, que transportava cinco homens, se disponibilizou para os levar. Dentro do veículo, os dois amigos foram espancados e a jovem, violada. O condutor é um dos presumíveis agressores.