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Brahimi estará a tentar promover um acordo que não exclui Bashar al-Assad

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Brahimi estará a tentar promover um acordo que não exclui Bashar al-Assad

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Um dia depois do encontro com Bashar al-Assad, o enviado da ONU e da Liga Árabe, Lakdhar Brahimi, reuniu-se com os membros do CCCND, o Comité de Coordenação para a Mudança Nacional e Democrática, um movimento da oposição síria tolerado, de certa forma, pelo regime.

Algumas informações que têm sido ventiladas revelam que Brahimi pode estar a tentar promover uma saída que consiste num governo de transição com al-Assad no poder, até ao fim do seu mandato em 2014.

Sem entrar em detalhes, o coordenador do CCCND explicou que “ouviu Brahimi falar sobre os esforços para alcançar um acordo internacional, sobretudo um acordo russo e americano que defende uma solução mais moderada para acabar com a violência”.

Este hipotético cenário é totalmente rejeitado pelo resto da oposição.

Numa altura em que se fala na eventual deserção do chefe da polícia militar de Damasco, o governo lança um apelo. O ministro da Informação incitou os rebeldes “para que deponham as armas e se rendam ao Estado sírio e aceitem submeter-se à lei. Esses são bem-vindos no país. Quanto aos que vieram de fora, se forem presos, há sanções que serão aplicadas.”

Os insurgentes sírios voltaram a garantir que o regime está a usar armas químicas e avançam com o exemplo do recente ataque em Homs. Mas Israel veio realçar que não há provas concretas dessa utilização.