Kirsten Ripper

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De  Euronews
Kirsten Ripper

<p>1993 foi quando comecei a trabalhar para a Euronews. Estava a decorrer a guerra na Bósnia. Guardo na memória as imagens das pessoas a fugir. Mulheres e crianças a pé, em carros, mas também em reboques puxados por tratores e em carroças. Mais tarde, surgiu a avenida dos “snipers” em Sarajevo.<br />  <br /> Durante os anos seguintes, houve dias e noites em que eu e os meus colegas ficávamos sem conseguir falar perante as imagens que nos mostravam o que os homens são capazes de fazer a outros homens – é um pouco como acontece agora, na Síria.<br />  <br /> Para os muitos colegas que tenho atrás das imagens da Euronews, eu desejo a todos nós e também a si um ano de 2013 em paz.</p>