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Cisjordânia começa o ano com mais violência

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Cisjordânia começa o ano com mais violência

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Um raide de soldados israelitas, disfarçados de vendedores ambulantes, terminou em cenas de intifada na Cisjordânia. Segundo fontes palestinianas, os militares israelitas procuravam – e acabaram por deter – um operacional da Jihad Islâmica em Tamoun. Oito palestinianos e três soldados terão ficado feridos nos confrontos.

O ano começou com violência um pouco por toda a Cisjordânia: Próximo de Nablus, depois de terem sido arrancadas oliveiras. Em Beit Ummar, um veículo foi incendiado, no que parece ter sido uma ação de colonos israelitas extremistas que também pintaram frases xenófobas como “um árabe bom é um árabe morto”.

Em Jerusalém, as autoridades demoliram a casa do irmão de um militante palestiniano detido, alegando que a construção era ilegal.

Rafat al Issawi afirma ter ficado “surpreendido” pela polícia ter batido à sua porta às cinco e meia da manhã. “Demoliram a casa e foram-se embora. Não recebi qualquer aviso a informar que queriam demolir” a casa, queixou-se.

Samer, irmão de Rafat, está em greve de fome numa prisão israelita.

O Estado hebreu está em campanha eleitoral para as legislativas de 22 de janeiro que devem reconduzir Benjamin Netanyahu no poder e reforçar a presença da extrema-direita no parlamento.