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Bancos alimentares gregos sem mãos a medir


Grécia

Bancos alimentares gregos sem mãos a medir

A crise na Grécia está a levar milhares de cidadãos a recorrer à ajuda dos bancos alimentares. Na cidade portuária de Patras, há centenas de pessoas em lista de espera para receber ajuda alimentar.

Constantina tem 31 anos e cinco filhos. Tinha um contrato a prazo com os serviços municipais, mas perdeu o emprego por causa dos cortes na despesa. Perdeu também a casa e vive agora em casa de familiares: “Estou muito mal, assim não posso sobreviver. Os meus filhos querem leite e eu não tenho leite para lhes dar. Tento encontrar um emprego, mas não consigo”, desabafa.

Este banco alimentar foi montado pela câmara municipal. Patras é uma cidade particularmente atingida pela crise, onde muitas indústrias fecharam nos últimos anos: Peço a todos que ajudem o banco alimentar. Não com dinheiro, mas com comida, para que possamos satisfazer os pedidos dos nossos cidadãos. O número de pessoas a viver abaixo do limiar da pobreza está a aumentar constantemente”, diz Theocharis Massaras, responsável pelo serviço.

Segundo o governo grego, 2013 vai ser um ano difícil, mas não tão mau como o ano passado. Depois da queda de 6,5% no PIB, em 2012, este ano a economia grega deve encolher 4,5%.

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