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Banco Central de Itália diz que finanças do Vaticano não são transparentes

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Banco Central de Itália diz que finanças do Vaticano não são transparentes

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Estão suspensos todos os pagamentos por cartão de crédito no Vaticano.

A medida tomada pelo Banco Central de Itália, e em vigor desde o início do ano, é justificada com o desrespeito da legislação internacional no combate à lavagem de dinheiro.

Os turistas são os primeiros a sentir os efeitos da decisão.

“Muitas pessoas não trazem dinheiro e precisam de levantar euros, mas não sabem onde o podem fazer” afirma um turista.

Cinco milhões de pessoas visitaram em 2012 o Museu do Vaticano onde deixaram qualquer coisa como 91 milhões de euros.

Este ano os pagamentos, apenas, podem ser feitos em dinheiro ou cheque.

“Os países da União Europeia têm de respeitar determinada legislação no que toca à lavagem de dinheiro. Leis que, também, devem ser aplicadas a um Estado como o Vaticano. E quando as regras não são respeitadas, o Banco Central italiano não outra alternativa.” refere o analista Iberto Sodini.

O Deutsche Bank Italia, que administra o pagamento com cartões de crédito no Vaticano recebeu ordens para desativar todos os terminais multibanco, que podem ser reativados assim que as finanças do Vaticano se tornarem mais transparentes.