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Caracas desmente "morte política" de Chávez a 10 de janeiro

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Caracas desmente "morte política" de Chávez a 10 de janeiro

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O governo venezuelano tenta acalmar os ânimos no país face à perspetiva de uma “morte política” de Hugo Chávez a 10 de janeiro, a data fixada pela constituição para a tomada de posse do presidente.

O líder do parlamento e aliado político de Chavez, Diosdado Cabello foi reconduzido ontem no cargo, garantindo que o presidente vai permanecer no poder muito para lá do dia 10.

Cabello recordou que, “o comandante Chávez, o líder da revolução e o presidente da república bolivariana da Venezuela, teve autorização do parlamento, por unanimidade, e mesmo com o apoio da oposição, para ser submetido a um tratamento médico”.

Cabello deverá assegurar as rédeas do país caso Chávez não recupere do tratamento a um cancro terminal num hospital cubano.

Uma hipótese afastada para já a nível oficial quando Caracas reconhece apenas que o chefe de estado sofre de uma infeção respiratória grave.

Tanto o vice-presidente como o presidente do parlamento afirmam que Chávez poderá tomar posse, posteriormente, frente ao Supremo Tribunal, acusando a oposição de estar a preparar um golpe de estado.