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Ocidente condena discurso de Assad

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Ocidente condena discurso de Assad

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Os Estados Unidos condenaram o discurso feito do presidente sírio, Bashar al-Assad, que tratou a oposição de “inimigos de Deus” e “fantoches do Ocidente”.

Sobre as propostas de paz apresentadas por Assad Washington considerou estar “fora da realidade” e de ser “mais uma tentativa do regime se manter no poder”.

Os Estados Unidos reafirmaram que o presidente sírio deve “se afastar e permitir uma transição política”.

Foi a primeira aparição televisiva desde junho gravada na Ópera de Damasco onde várias vozes interromperam o discurso com aplausos e cânticos.

Assad afirmou que a Síria não rejeita a diplomacia, mas insistiu que não iria negociar com as pessoas com ideias “terroristas”.

O discurso de Assad também foi criticado pela Grã-Bretanha e pela União Europeia que reiteraram pedidos para que renuncie. A vizinha Turquia apela as Nações Unidas a assumirem uma posição e sobretudo a ajudar os refugiados.

A ONU calcula que mais de 60 mil pessoas já morreram desde o início do conflito e mais meio milhão fugiram para os países vizinhos.