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Coreia do Norte: "o mais comum é a utilização da intranet"

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Coreia do Norte: "o mais comum é a utilização da intranet"

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Uma visita com três objetivos. O patrão da Google e o ex-governador norte-americano do Novo México estão na Coreia do Norte na tentativa de persuadir Kim Jong-Un a suspender os testes nucleares e garantir que os direitos do norte-americano detido no país estão a ser respeitados.

A deslocação já criticada por Washington tem, ainda, uma vertente económica: o livre acesso dos norte-coreanos à internet e aos telemóveis.

“Na Coreia do Norte o acesso parcial à internet só é permitido aos familiares do líder Kim Jong-Un
e a responsáveis de alguns departamentos governamentais para que possam perpetuar o regime. Em vez de internet, o mais comum é a utilização da intranet, ou seja, uma internet fechada que é utilizada pela população” afirma Kim Heung-Kwan, engenheiro informático norte-coreano.

Cerca de 95 por cento da população não tem acesso à internet, nem a telemóveis. E quem têm este tipo de aparelhos, introduzidos na Coreia do Norte em 2008, não pode fazer chamadas internacionais.

O líder norte-coreano já disse que o país está no meio de uma “moderna revolução industrial”, resta saber até onde está disposto a ir.