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Populares choram morte de militantes curdas

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Populares choram morte de militantes curdas

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Lágrimas e flores junto ao Centro Cultural Curdo em Paris numa manifestação de pesar pelo assassinato de três importantes militantes curdas do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), baleadas na cabeça. Os corpos foram encontrados na quinta-feira. Quem e porquê são ainda perguntas sem resposta mas muitos não têm dúvidas de motivação do crime.

“É um crime político matar curdos. Nós precisamos de paz, eu preciso de paz. Não preciso de um governo que mate estas pessoas. Como é possível?”, questiona um homem em Paris.

Na Turquia, Istambul e Diarbarkir, cidade de maioria curda, foram também palco de manifestações de luto e indignação. Muitos apontam o dedo ao governo ou a nacionalistas turcos, pois a Turquia está envolvida num mortífero conflito de décadas com o PKK. Mas tal como Ancara, há quem suspeite de um ajuste de contas interno.

“Lincharam três mulheres nossas em Paris, massacraram-nas. Nós amaldiçoamos quem fez isto”, diz um curdo.

O PKK exigiu à França a identificação dos autores, pois senão o fizer – diz a guerrilha separatista – será tida como responsável.