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Os rebeldes islamitas no Mali anunciaram que a intervenção militar da França no país vai ter consequências sobre os franceses em todo o mundo.

Foi do céu que o primeiro tiro francês foi dado na guerra entre o governo do Mali e os guerrilheiros islamitas que se tinham aproximado com perigo da capital, Bamaco. As forças armadas francesas perderam pelo menos um piloto de helicóptero.

No segundo dia da intervenção francesa, nações ocidentais africanas começam a demonstrar disponibilidade para ajudar o governo do Mali, que havia pedido auxílio a Paris. O Níger prometeu 500 soldados.

Ao abrigo de uma resolução das Nações Unidas, a União Europeia vai também vai ajudar com tropas. A intervenção francesa terá apressado a mobilização já prevista. “A França quer contribuir desta forma para travar os terroristas, que não só ameaçam o Mali e África, mas também a França e a Europa”, disse o ministro da Defesa gaulês, Jean-Marc Ayrault.

O apoio aéreo francês permitiu às forças governamentais reconquistarem a estratégica povoação de Konna, considerada a porta de acesso à capital do Mali.

Os guerrilheiros com ligações à Al-Qaida controlam o norte do país. Sobre a intervenção direta francesa, o grupo rebelde Ansar Dine declarou que a ação vai ter consequências para os cidadãos franceses em todo o mundo.

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