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Países africanos vão combater ao lado da França no Mali

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Países africanos vão combater ao lado da França no Mali

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A aviação francesa bombardeou, hoje, a localidade de Diabali, no oeste do Mali controlada por islamitas radicais.

A operação militar conta com o apoio logístico da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. Um exemplo que os países aliados admitem seguir.

No terreno estão 750 soldados gauleses. O objetivo é chegar aos 2.500.

A Bamako chegaram, entretanto, 40 veículos blindados franceses, dezenas de aviões e helicópteros.

De visita a Abu Dhabi, o chefe de Estado francês, mostrou-se confiante numa rápida resolução do problema, ou seja, na detenção dos terroristas.
Uma missão que segundo François Hollande vai ser possível com a ajuda de países africanos que se preparam para enviar soldados para o Mali.

Pelo menos sete países anunciaram o envio de soldados. O primeiro contingente da Nigéria é esperado no Mali dentro de uma semana.

Os chefes de Estado-Maior do Exército de vários países africanos reúnem-se, terça-feira, em Bamako, para acertar os últimos pormenores com vista ao envio de 3000 homens.

As forças francesas deram início à ofensiva na sexta-feira depois de os islamitas terem ocupado o norte do país.

A missão conta com a luz verde da ONU que recusa para já qualquer envolvimento bélico.