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Justiça russa rejeita libertação antecipada de cantora dos Pussy Riot

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Justiça russa rejeita libertação antecipada de cantora dos Pussy Riot

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A justiça russa volta a mostrar-se inflexível no caso pussy riot. O tribunal de Moscovo rejeitou o pedido de libertação antecipada de uma das duas cantoras do grupo, condenadas a dois anos de prisão.

Os advogados de Maria Alyokhina pediam o adiamento da sentença por nove anos, em virtude da cantora ser mãe de uma criança de apenas cinco anos.

Alyokhina, assim como Nadezhda Tolokonnikova, também mãe de um filho menor, terão assim que cumprir a pena, na integralidade, por “vandalismo motivado por ódio religioso”.

Apenas uma das três cantoras – Yekaterina Samutsevich – encontra-se em liberdade condicional desde Outubro.

Em causa está a “missa punk”, protagonizada pelo grupo, em Fevereiro do ano passado, em plena catedral de Moscovo, para denunciar as ligações entre a igreja ortodoxa e o agora presidente Vladimir Putin.

A igreja russa mostra-se igualmente inflexível, depois de um padre, que tinha apoiado a libertação do grupo ter sido afastado das funções, oficialmente depois de ter pedido uma “licença sem vencimento”.

A detenção, defendida por Vladimir Putin, é contestada por várias vozes na União Europeia e nos Estados Unidos.