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Crise de reféns na Argélia acaba em banho de sangue

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Crise de reféns na Argélia acaba em banho de sangue

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Acabou num banho de sangue o assalto final das forças especiais argelinas sobre o comando islamita com ligações à Al-Qaida que desde quarta-feira mantinha reféns estrangeiros no campo de extração de gás, em In Amenas a 1300 quilómetros de Argel.

Mais 7 reféns perderam a vida. Terão sido executados pelos islamitas em represália pelo ataque do exército, que acabou por abater os 11 militantes barricados.

Antes de a operação ser dada como concluída, as forças de segurança limparam o local das minas que os militantes colocaram para se proteger de uma investida militar.

A verdadeira amplitude da crise que durou quatro dias ainda está por apurar. Terão morrido três dezenas de reféns estrangeiros e outros estarão ainda desaparecidos. No início, na quarta-feira, estavam nas instalações 600 pessoas. A ação militar começou um dia depois. Este sábado, foram libertados os últimos reféns – dezasseis – entre eles um português.