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"Jihadistas" ameaçam imolar-se

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"Jihadistas" ameaçam imolar-se

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No quarto dia de crise de reféns no campo argelino de extração de gás, os militantes islâmicos ameaçaram imolar-se e liquidar os reféns se as forças armadas atacarem. Estarão mais de 30 estrangeiros nas mãos do grupo com ligações à Al-Qaida.

A intervenção das forças armadas argelinas e os combates que se seguiram provocaram a morte a vários funcionários. De acordo com as diferentes fontes, o número de vítimas mortais de múltiplas nacionalidades situa-se entre os 12 e os 30, além de dezenas de desaparecidos.

Os que escaparam contam o que viveram. “Fomos libertados pelas forças de segurança e o exército. Não conseguimos escapar antes, as balas voavam por todo o lado”, conta um funcionário do campo In Amenas. Outro afirma que “eles falavam vários dialetos, da Líbia, da Tunísia, do Egito, da Mauritânia e o francês”.

A segurança na região do Saara tem sido há muito uma preocupação para as nações ocidentais. Mas nos últimos dois anos, grupos ligados à Al-Qaida reforçaram as fileiras e o arsenal de armas, especial devido à guerra civil na Líbia.