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Líderes africanos pedem apoio imediato da ONU para combater os islamitas no Mali

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Líderes africanos pedem apoio imediato da ONU para combater os islamitas no Mali

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Resolvida a crise dos reféns na Argélia, as atenções voltam a centrar-se na luta contra os islamitas que controlam o norte do Mali.

A situação no terreno está praticamente inalterada, depois da intervenção militar, dirigida pela França, ter travado o avanço dos rebeldes e garantido a segurança do sul do país.

Após uma reunião extraordinária da CEDEAO, os principais líderes da África Ocidental pediram à ONU para fornecer “imediatamente” o seu “apoio logístico e financeiro” para a mobilização da força militar regional que mandatou para retomar o controlo do Mali.

2000 militares africanos são esperados em Bamaco até ao final da semana, juntando-se aos 2000 franceses já no terreno.

O número de refugiados não para de aumentar. Uma refugiada explicou que fugiu de Gao com as filhas, porque os “islamitas têm atacado” e “violado” grupos de raparigas e mulheres na região que controlam há 9 meses.

150 mil pessoas já fugiram do conflito, mas o número de refugiados pode chegar a 700 mil nos próximos meses, segundo as previsões das Nações Unidas