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Otimismo marca início do Fórum em Davos

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Otimismo marca início do Fórum em Davos

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Davos, nos Alpes suíços, acolhe mais uma vez a elite financeira mundial. Mas este ano, o Forúm Económico Mundial é marcado por um certo otimismo, cinco anos após o início da maior crise financeira mundial desde a Grande Depressão.

Muitos dos participantes consideram que ainda há muito a fazer, sobretudo, em termos de regulamentação do sistema bancário, o que obriga a uma certa prudência.

Entre os 2500 participantes haverá 50 chefes de Estado e de governo, como primeiro-ministro russo, Dimitri Medvedev, que apresentou em Davos objetivos ambiciosos para a economia russa.

Já Klaus Schwab, fundador do Fórum Económico Mundial, acolheu os participantes com um apelo a darem provas de “visão”, virando a página da crise: “Espero que tenham vindo a este encontro com uma visão que vai para lá da gestão da crise que vimos, com uma visão mais dinâmica e que não se limita à luta à crise”.

Mas onde há dirigentes há protestos e Davos não é uma exceção. Há manifestantes que denunciam o comportamento das multinacionais em termos ambientais e de direitos humanos ou ainda quem conteste a especulação do setor financeiro.