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Venezuela dividida no "dia da democracia"

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Venezuela dividida no "dia da democracia"

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O “dia da democracia” na Venezuela foi festejado sem Chávez, mas com uma grande tensão.

O vice-presidente Nicolás Maduro e os chavistas festejaram o dia com um grande comício. A oposição aproveitou também a data para uma manifestação.

Os defensores do governo fizeram uma grande marcha por Caracas, em que pediram a recuperação rápida do presidente. Maduro denunciou um alegado complô da oposição: “Há várias semanas que andamos a seguir grupos que se infiltraram no país, com o objetivo de atentar contra a vida do presidente do parlamento Diosdado Cabello e contra mim próprio”.

Depois da manifestação, Nicolás Maduro seguiu para Cuba, para estar com Hugo Chávez.

A oposição denuncia o que chama uma submissão ao governo cubano decisão do Supremo Tribunal de manter o atual governo até que Chávez, internado em Cuba, possa tomar posse. Os oposicionistas pedem que o presidente dê sinais de vida, perante rumores de que está em coma profundo.

O dia ficou marcado por confrontos entre apoiantes da oposição e jornalistas da televisão estatal, que trabalham para um programa de debates pró-Chávez.