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Euronews nos confrontos de Port Said

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Euronews nos confrontos de Port Said

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Tensão ao rubro em Port Said onde uma noite de violência deixou um rasto de destruição e morte.

O repórter da euronews conseguiu entrar na cidade onde os jornalistas não correm risco de vida.

Durante a noite pelos menos 30 pessoas foram mortas e 300 ficaram feridas em confrontos com a polícia. O rastilho para tanta violência foi ateado pelas sentenças de morte contra 21 pessoas, apoiantes de um clube de futebol local, Al-Masry, consideradas responsáveis pelos distúrbios que em fevereiro de 2012 durante um jogo de que resultaram morte de 74 pessoas.

Mohammed Shaikhibrahim conta: “Estamos na entrada principal da cidade de Port Said, onde o exército egípcio controla todas as entradas. Nós temos dificuldades em entrar esta foi declarada zona militar”.

“Sem dúvida, eles atiram para matar pessoas. O objetivo é livrarem-se de toda a gente que estava do outro lado”.

Este manifestante diz: “Exigimos a independência, não queremos fazer parte de mais do Egito, queremos Port Said como um estado independente”.

Um grupo com armas automáticas tentou mesmo assaltar a penitenciária onde os réus estão encarcerados. Duas esquadras da polícia terão sido também tomadas por populares.

Também hoje, na vizinha cidade do Suez, continuaram a registar-se confrontos entre manifestantes e a polícia contra o presidente Mohamed Morsi. Sexta-feira morreram aqui nove pessoas.