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Milícias malianas procuram colaboradores dos radicais islamitas

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Milícias malianas procuram colaboradores dos radicais islamitas

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Agora é tempo de punir os que ficaram para trás. Na cidade de Gao, as milícias populares procuram casa a casa aqueles que colaboravam com os radicais islamitas. Alguns defendem-se, dizendo que não tiveram alternativa. Mas nada parece deter a sede de justiça dos malianos perante o fim do regime de opressão imposto pelos fundamentalistas.

Um dos patrulhadores afirma que “os homens detidos são jihadistas do MUJAO, islamitas que estavam escondidos nas suas casas e que foram capturados para serem entregues aos militares.”

Agora é também tempo de estabilizar as cidades libertadas. Mas, em Tombuctu, as celebrações ainda estão ao rubro. A bandeira de França está espalhada em toda a localidade. O alívio é tanto maior quanto se conhecem os relatos de amputações e violações praticadas pelos ocupantes que deixaram outras marcas profundas: inúmeros documentos antigos foram queimados e vários mausoléus, património da Humanidade, foram arrasados.