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Violência volta ao Egito

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Violência volta ao Egito

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Um dia depois de um acordo alargado entre as forças políticas para estancar a violência, a polícia egípcia matou um manifestante, no centro do Cairo.

A polícia tentava dispersar uma manifestação, com gases lacrimogénios. Depois, houve disparos e um deles acabou por atingir mortalmente um manifestante, identificado como Mohammed Hussein Qarni, de 23 anos.

Os manifestantes atiram coquetailes Molotof contra o palácio presidencial.

Uma clara demonstração de que a oposição ao presidente, Mohammed Morsi, está para durar.

Nas ruas, os manifestantes acreditavam que a queda do presidente estava eminente.

“Hoje, se Deus quiser, se Deus quiser, ele vai cair hoje”, dizia um deles.

Além da vítima mortal, deram entrada nos hospitais da cidade 53 feridos.

Esta onda de violência já provocou, nas duas últimas semanas, 57 mortos e centenas de feridos.

Os Irmãos Muçulmanos acusam a Frente Nacional de Libertação de incitar este tipo de manifestações.

As duas forças assinaram o acordo de não violência.