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Salvar Pompeia vai custar 105 milhões de euros

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Salvar Pompeia vai custar 105 milhões de euros

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Restaurar e estabilizar as ruínas de Pompeia vai custar 105 milhões de euros, 41 dos quais financiados pela União Europeia.

Lançado esta quarta-feira, o projeto de restauro de Pompeia visa reforçar as construções e restaurar os frescos, diminuir o risco da exposição ao meio ambiente mas também aumentar a vigilância e a segurança dos 44 hectares da antiga cidade romana.

Na véspera, a polícia italina detivera um ex-restaurador de Pompeia por alegada corrupção. Sob investigação estão também os trabalhos da antiga administração, como explica Antonio Irlando, responsável pelo Observatório do Património Cultural: “Foram montados, para a realização de um espetáculo, uma série de infraestruturas, prefabricados pesados, estruturas tecnológicas e cabos que passavam sob a zona arqueológica e provocaram danos. A partir daqui, abriu-se uma investigação que se aplica a todos os contratos realizados nos últimos dez anos “

A antiga cidade do Império Romano, coberta pela erupção do Vesúvio, no ano 79 da nossa era, recebe anualmente 2,3 milhões de visitantes. A Comissão Europeia prevê que, em 2017, as ruínas acolham 2,6 milhões de turistas.