Última hora

Última hora

Debate acesso sobre armas nos Estados Unidos

Em leitura:

Debate acesso sobre armas nos Estados Unidos

Tamanho do texto Aa Aa

No dia em que três pessoas morreram, num tiroteio em Denver, no Colorado, milhares de ativistas pró-armas manifestaram-se em Anápolis, Maryland, contra o apertado controlo às armas.

“O que é que a legislação de controlo de armas está a fazer? Está a ajudá-lo? Não está a ajudá-lo a si. Não está a ajudar-me a mim. A quem está a ajudar? Os criminosos!”, afirma uma jovem manifestante.

Um idoso acrescenta:

“Não se trata de segurança, nem nada desse tipo. Não se trata de violência armada. Este é um julgamento de pessoas inocentes.”

Depois de Nova Iorque, Maryland está a ser pressionado para aprovar uma legislação mais dura sobre armas.

Martin O’Malley, governador democrata, propõe que se exija aos residentes uma licença antes de comprarem armas de fogo. Mas há quem não concorde:

“Eu moro num bairro muito agradável. E estamos a ser vítimas de assaltos, uma vez por semana. Por isso, se você tiver uma arma, talvez possa acertar num dos assaltantes”, desabafa uma idosa.

As novas medidas surgem mais de um mês depois do banho de sangue no Connecticut, que terminou com a morte de 20 crianças e seis educadores.

Nos Estados Unidos onde, em alguns Estados, a venda de armas disparou depois deste massacre, Obama tem uma dura luta pela frente. A luta continua, não só no Congresso dos Estados Unidos, mas também a nível estadual. E, enquanto o debate acontece, há tiroteios mortais, quase todos os dias.