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França: A esperança ainda é possível para os trabalhadores da Petroplus

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França: A esperança ainda é possível para os trabalhadores da Petroplus

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A esperança é a última a morrer. O ministro francês da Economia, Pierre Moscovici, pede aos trabalhadores da Petroplus que não a percam.

Os 470 assalariados da refinaria dos arredores de Paris receberam, quarta-feira, um balde de água fria: a direção e os administradores judiciais recusaram as seis propostas de retoma da empresa.

O governo reafirma, esta quinta-feira, que a decisão cabe ao Tribunal de Comércio, confirmando as declarações feitas na véspera pelo ministro da Indústria, Arnaud Montebourg: “Estamos confiantes. Duas das seis propostas são sérias e credíveis, têm financiamento e devem agora ser finalizadas. É o que estamos a fazer.”

Os candidatos têm até meados de abril para concretizarem e finalizarem as propostas. São mais dois meses com o coração nas mãos, para os empregados da refinaria, que receiam pelo futuro há mais de um ano, desde a falência da sede suíça de Petroplus.

O setor petrolífero francês, em particular, e europeu, em geral, sofre, por um lado, de uma sobrecapacidade estrutural face a uma procura local em queda, nos últimos anos, e, por outro, de uma cada vez maior concorrência das refinarias americanas.