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Síria: Damasco debaixo de fogo e crise humanitária dos refugiados

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Síria: Damasco debaixo de fogo e crise humanitária dos refugiados

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A guerra na Síria prossegue no seio da própria capital. Um vídeo amador mostra os ataques, de quarta-feira, ao minarete da mesquita de Harmala bin Walid, na zona lesta da capital síria.

As forças de Bashar Al-Assad tentam recuperar um bairro de Damasco, sob controlo dos rebeldes.

O dia de quarta-feira foi o mais violento, em Damasco, que, ao contrário de Alepo ou Homs tem sido relativamente poupada à guerra que assola o país.

Desde o início do conflito, há 22 meses, mais de 60 mil pessoas – maioritariamente civis – perderam a vida, segundo os números das Nações Unidas.

Segundo as ONG, um milhão de sírios está deslocado, no interior do país, e pelo menos 700 mil refugiaram-se em países vizinhos, como a Turquia, a Jordânia ou o Líbano.

Aliás, no Líbano, a situação começa a assumir contornos de crise humanitária. O sinal de alarme é dado pelos Médicos Sem Fronteiras.

Segundo o mais recente relatório desta ONG, a maioria dos 220 mil sírios refugiados no Líbano não pode pagar cuidados médicos nem tem condições de vida.

Alojados em edifícios inacabados e em velhas escolas, os refugiados sírios no Líbano não estão preparados para enfrentar o rude inverno libanês.