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Ucrânia recusa acusações da UE

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Ucrânia recusa acusações da UE

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A Ucrânia não aceita lições de Bruxelas – Foi o que o governo de Kiev disse ao comissário europeu para o Alargamento e Vizinhança, Štefan Füle.

A União Europeia está preocupada com a prisão da líder da oposição, Yulia Timoshenko, mas o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano garante que no país não existe justiça seletiva: “O próprio termo não é bem compreendido na Ucrânia, porque é um termo que se refere a algo que não existe aqui, um sistema de justiça seletiva. A União Europeia fala sobre alguns casos isolados, bem conhecidos, sobre os quais estamos prontos a falar”, disse Leonid Kozhara.

Além da situação de Timoshenko, Bruxelas quer ainda reatar um tratado de comércio livre, entre a União e a Ucrânia, há muito posto na gaveta. Mas continua a haver entraves, sobretudo se Kiev aderir ao bloco aduaneiro proposto pela Rússia.

Outro pomo da discórdia tem a ver com o sistema eleitoral ucraniano. A visita de Füle ao parlamento foi interrompida por um protesto de apoiantes do partido UDAR, do ex-pugilista Volodymyr Klychko.

A visita serviu para preparar a cimeira União Europeia-Ucrânia do dia 25.