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Índia executa militante da Cachemira condenado por ataque ao Parlamento em 2001


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Índia executa militante da Cachemira condenado por ataque ao Parlamento em 2001

Um militante da Cachemira, condenado à morte pela participação no ataque contra o Parlamento indiano em 2001, foi executado este sábado.

O independentista Mohammed Afzal Guru, um antigo vendedor de fruta, foi enforcado na prisão de Tihar, nos arredores de Nova Deli.

O anúncio da execução, feito pelo ministro indiano do Interior, elevou os receios de novos episódios de violência na região separatista da Cachemira.

As autoridades indianas impuseram um recolher obrigatório em várias cidades da região e reforçaram a presença policial, sobretudo na principal metrópole, Srinagar.

Um residente da cidade diz que foi um “erro” enforcar Afzal Guru, acrescentando que a população da Cachemira “esperava que a situação melhorasse, mas agora antecipa que possa degenerar”.

Afzal Guru tinha sido considerado culpado de cumplicidade por conspirar e abrigar os militantes islamitas que atacaram a 13 de Dezembro de 2001 o Parlamento de Nova Deli. O assalto saldou-se na morte de oito polícias, de um jardineiro e dos cinco atacantes e esteve a ponto de provocar uma guerra entre a Índia e o Paquistão.

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