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Coreia do Norte volta a desafiar o mundo com teste nuclear

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Coreia do Norte volta a desafiar o mundo com teste nuclear

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A 4 dias do aniversário de Kim Yong-Il, o falecido pai do atual líder norte-coreano, Kim Yong-Un, Pyongyang volta a desafiar a comunidade internacional.

Contra tudo e todos, a Coreia do Norte realizou o seu terceiro e mais poderoso teste nuclear de sempre. A chuva de críticas e protestos não se fez esperar assim que Pyongyang confirmou o ensaio nuclear subterrâneo.

Para as Nações Unidas foi uma “clara e grave violação” das resoluções do seu conselho de segurança. Opinião partilhada pela Rússia, como se depreende das palavras de Sergei Lavrov: “Uma vez mais, as autoridades da Coreia do Norte ignoraram a lei, ignoraram as decisões do Conselho de Segurança da ONU e isso merece, sem qualquer dúvida, uma condenação e uma reação adequada.”

Se ministro russo dos negócios estrangeiros fala de “reação adequada”, o seu homólogo britânico, William Hague, é mais direto: fala mesmo em sanções: “Aplicar pressão e sanções adicionais teria um certo efeito. E isso tem um apoio claro da China, que é uma nação chave a este respeito e membro permanente do Conselho de Segurança. A China já avisara que poderia haver uma ação significativa, se isso acontecesse. “

De acordo com o ministério russo da Defesa, a explosão teve uma potência de sete quilotoneladas. A título de comparação, a bomba de Hiroxima teve uma potência de 20 quilotoneladas.

O teste acontece depois do lançamento – também muito criticado pela comunidade – em dezembro último, de um foguetão com capacidade para transportar um dispositivo nuclear.