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Período inédito suscita questões sobre sucessão papal

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Período inédito suscita questões sobre sucessão papal

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A resignação do Sumo Pontífice abriu um período inédito em mais de 700 anos na Igreja Católica e criou uma grande interrogação: quem vai suceder a Bento XVI?

Um período de incerteza mas não de dúvida para os mais de mil milhões de católicos. “Em breve haverá um novo Papa e nós vamos lá estar para celebrar, sem esquecer Bento XV,I que teve um grande pontificado, apesar das dificuldades que teve de enfrentar”, refere um homem na Praça de S. Pedro.

Alguns crentes, como nas Filipinas, consideram positiva a resignação. “Já não era sem tempo. Ele precisa de descansar, fez muito. Além disso, é de uma grande humildade deixar a grande responsabilidade de guiar os católicos do mundo inteiro”, diz uma fiel numa igreja filipina.

Falta de força para os tempos difíceis que o mundo atravessa foi um dos argumentos para a resignação papal.

Muitos pensam que o sucessor poderá surgir de África ou da América do Sul para refletir o maior peso desses continentes que contam com 42% dos católicos.

Mas quem quer que seja, o próximo Sumo Pontífice terá de lidar com opinião de conservadores e reformistas no seio da Igreja.