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Morte volta a sair às ruas do Bahrein

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Morte volta a sair às ruas do Bahrein

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Um adolescente terá sido abatido pelas forças da ordem durante protestos em várias cidades de maioria chiita no Reino dominado por sunitas.

De acordo com a oposição, na cidade de Diya, o rapaz terá sido baleado no peito com munições explosivas, proibidas pela convenção de Genebra. Há também o registo de feridos.

Os protestos populares contra o que dizem ser o totalitarismo das autoridades já duram há dois anos.

As denúncias de violações dos direitos humanos são frequentes.

“O meu nome é Maryam Abu Deeb, sou filha de Mahdi Abe Deeb, um cidadão do Bahrein, presidente da Associação de Professores do Bahrein. O meu pai está preso há dois anos, condenado a cinco anos de prisão por exercer o direito de liberdade de expressão”, diz uma jovem entrevistada pela Amnistia Internacional.

Ainda hoje há relatos de detenções. A violência nos protestos e na repressão das autoridades, como há dois anos, pode hipotecar as recentes negociações iniciadas na semana passada.

Os manifestantes exigem da família real eleições livres e a criação de uma monarquia constitucional.