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US Airways e American Airlines criam gigante mundial

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US Airways e American Airlines criam gigante mundial

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A fusão, de 11 mil milhões de dólares, da US Airways e da American Airlines vai criar a maior companhia aérea do mundo. O casamento precisa da luz verde das autoridades e do tribunal de falências, que gere o processo de bancarrota da AMR Corp, casa mãe da American Airlines.

Doug Parker, presidente executivo da US Airways, diz que “por vezes, é preciso que os planetas estejam todos alinhados. Demorou mas, felizmente, temos um acordo que faz sentido para os consumidores, funcionários e investidores. Estamos muito contentes”.

A nova companhia vai chamar-se American Airlines. Terá um volume de negócios de 29 mil milhões de euros, uma frota de 1500 aviões, 336 rotas e cem mil empregados.

Mas a fusão, há muito esperada, não será benéfica para os consumidores, de acordo com Rick Seaney, de uma plataforma online de comparação de preços: “Com as fusões no setor aéreo quem mais beneficia é Wall Street, para ser honesto. Os consumidores acabam por pagar mais pelos bilhetes e terão menos vantagens, já que com as fusões há reduções do número de voos e dos horários”.

A fusão é apoiada por três grandes sindicatos da American Airlines, que esperam agora menos cortes de pessoal do que os previstos no plano de reestruturação da AMR Corp.

Os acionistas, credores, empregados e sindicatos da AMR Corp vão deter 72% da nova companhia. A US Airways os restantes 28%.