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G20 dominado pelo controlo fiscal das multinacionais

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G20 dominado pelo controlo fiscal das multinacionais

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Não é através da valorização ou desvalorização das moedas que a economia mundial vai recuperar. É a primeira garantia conjunta no âmbito da reunião do G20, a decorrer em Moscovo: as taxas de câmbio não serão armas numa “guerra económica” e devem ser os mercados a controlar as oscilações.

Mas há uma outra grande preocupação a dominar este encontro, a saber, a falta de controlo fiscal sobre as multinacionais disseminadas em todo o mundo.

Segundo o ministro das Finanças francês, Pierre Moscovici, “o atual contexto económico é o de um mundo globalizado, onde há mais investimentos e maior fluxo de capitais, onde se desenvolvem novas modalidades de negócio, sobretudo na área da economia digital. Temos de garantir que estas novas modalidades também pagam a sua parte, evitando que algumas empresas aproveitem as leis internacionais e nacionais para não pagar impostos em lado nenhum.”

Apple, Google ou Amazon são alguns dos exemplos apontados. França, Alemanha e Reino Unido apelam ao G20 uma tomada de posição coletiva.