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Draghi procura afastar ideia de "guerra de divisas"

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Draghi procura afastar ideia de "guerra de divisas"

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De visita ao Parlamento Europeu, Mario Draghi procurou de novo afastar a ideia de uma “guerra de divisas”. O presidente do Banco Central Europeu (BCE) considera que um “euro forte é um risco que poderá baixar a inflação”. O BCE terá em conta esse risco, mas por agora não pretende agir para fazer baixar a cotação do euro, que no início de fevereiro atingiu máximos de 15 meses face ao dólar.

Segundo Mario Draghi: “A maioria dos movimentos que temos visto nas taxas cambiais não tem objetivos explícitos. São o resultado das políticas macroeconómicas nacionais destinadas a impulsionar a economia. Neste sentido, as taxas de câmbio não são uma meta da política monetária, mas são importantes para o crescimento e a estabilidade dos preços”.

Em Moscovo, os membros do G20 comprometeram-se a não entrar numa “guerra cambial”. Mas evitaram as críticas ao Japão, cuja política monetária para relançar a economia fez o iene desvalorizar 20%.

A subida do euro tem alimentado especulações sobre a necessidade de mais estímulos económicos, depois da recessão da zona euro ter superado as previsões no final de 2012.