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UE ajusta embargo de armas à Síria

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UE ajusta embargo de armas à Síria

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A maioria dos países da União Europeia não aceitou a proposta do Reino Unido para levantar parcialmente o embargo de armas à Síria, por forma a abastecer os rebeldes que combatem o regime do Presidente Al-Assad.

No entanto, foi aberta uma pequena concessão, como explicou a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, em conferência de imprensa, esta segunda-feira, em Bruxelas.

“Chegámos a acordo sobre prolongar as sanções contra a Síria por mais três meses, mas ajustámo-las de forma a permitir enviar mais equipamento não letal e de assistência técnica para a proteção de civis”, disse a Alta Representante da UE para a Política Externa.

Na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros foram também reforçadas as sanções contra a Coreia do Norte, em protesto contra o ensaio nuclear efetuado em 12 de fevereiro.

Já no que toca ao Zimbabué, foi prometido levantar as sanções se não houver fraude nas eleições dentro de um mês.

O correspondente da euronews em Bruxelas, Andrei Beketov, realça que “nesta reunião, os ministros assumiram-se como reguladores de sanções, aumentando umas e diminuindo outras, numa política que não implica grandes custos. Parece que a União Europeia, preocupada com a sua própria crise financeira, carece de uma alavanca poderosa para influenciar os acontecimentos mundiais”.

European Union governments
decided on Monday to lift sanctions on a state-run Zimbabwe gold
and diamond mining company within one month of elections being
held in Zimbabwe, provided the vote is peaceful and credible, EU
officials said.