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Egípcias organizam-se contra agressões sexuais

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Egípcias organizam-se contra agressões sexuais

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Unidas contra as agressões sexuais. As mulheres egípcias querem travar a crescente vaga de violência de que são vítimas durante os protestos contra o poder.

Um dos grupos criados para as proteger chama-se “Guarda-costas de Tahrir”. Trata-se de uma resposta àquilo que as ativistas chamam de “ataques organizados” para silenciar a representação feminina nas manifestações.

Uma mulher avisa que “se a Irmandade Muçulmana não deixar o poder, as mulheres do Egito, prometem ir nuas para as ruas”, que “não têm medo de ninguém” e que “vão continuar nas ruas até à partida de Morsi”.

Os “guarda-costas de Tahrir” estão a organizar cursos de autodefesa para as mulheres, depois de, na semana passada, um líder religioso ter acusado as manifestantes de irem para os protestos para serem violadas. Também várias vozes do Senado criticaram as mulheres por se exporem a situações de perigo.