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Bento XVI: "Amar a igreja significa tomar decisões difíceis"

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Bento XVI: "Amar a igreja significa tomar decisões difíceis"

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No último ato público Bento XVI afirmou que «amar a Igreja significa tomar decisões difíceis».
Acompanhado por milhares de fiéis na praça de S. Pedro, Vaticano, o papa lembrou que “nos últimos meses senti que as minhas forças diminuiram. Pedi a Deus, nas minhas orações que me iluminasse para tomar a decisão mais justa, não para o meu bem pessoal mas para o bem da Igreja.”

Bento XVI lembra ainda que não vai regressar à vida privada, a uma vida de viagens, encontros, conferências, mas vai ficar “oculto do mundo”.
O sumo pontífice explicou ainda que nunca se sentiu sozinho com o peso da responsabilidade. “Deus pôs a meu lado pessoas com muita generosidade e muito amor pela Igreja que me acompanharam e ajudaram.”

Neste último trajeto no papamóvel, o papa abençou várias crianças.
Também esta quarta-feira, Bento XVI vai receber líderes estrangeiros. Na quinta-feira, dia da resignação oficial, vai despedir-se dos cardeais e retirar-se em Castel Gandolfo, a residência de verão do sumo pontífice.

Assim que a resignação de Bento XVI for efetiva, entra-se no período de Sé apostólica vacante, que vigora entre a morte/renúncia e a eleição do novo papa.

A partir de sexta-feira, os cardeais vão reunir-se em “congregações” para identificar as prioridades da Igreja e selecionar os candidatos a papa.