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Jornalistas esperam fumo branco no Vaticano

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Jornalistas esperam fumo branco no Vaticano

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Os “media” invadiram o Vaticano à procura da notícia. Mais de 3600 jornalistas, de 61 países, acompanham todos os passos até à eleição do novo Papa.

“É algo que tem um grande interesse jornalístico. Interessante para alguém que é um observador de assuntos espirituais, de assuntos governamentais, da política no mundo. Sempre considerei o trabalho de repórter um privilégio porque vemos as coisas antes de toda a gente”, explica Viviane Lee, do canal de televisão New York News.

E, para alguns deles, é importante um Papa saber utilizar os meios de comunicação:

“No mundo mediático, que temos hoje, faz muita diferença alguém saber comunicar, servir-se dos instrumentos da comunicação para falar a linguagem deste tempo pós-moderno”, afirma Ronaldo da Silva, do canal de televisão brasileiro Canção Nova.

A Igreja Católica vai mantendo o secretismo possível, em relação aos próximos desenvolvimentos, mas estes profissionais vão continuar à espera do acontecimento.

“Desde a morte de João Paulo II que nada poderia ter surpreendido mais do que a renúncia de Bento XVII. A escolha do novo Papa mobiliza os “media” mundiais, dos quatro cantos do mundo, como nos Jogos Olímpicos ou no Campeonato do Mundo de Futebol todos querem viver e dar vida a este evento.