Fechar
Login
Por favor, introduza os seus dados de login

Skip to main content

Paridade na Suécia começa a afetar os homens
close share panel

Share this article

Twitter Facebook
| Partilhe este artigo
|

Quando se trata de comemorar o Dia Internacional da Mulher, a Suécia é muitas vezes colocada num pedestal. Tem a maior proporção de mulheres que trabalham no mundo e elas têm dois terços dos melhores graus académicos. Não há diferença na licença parental, que é generosa para mães e pais. Nenhuma surpresa: a Suécia é muitas vezes classificada número um quando se trata de igualdade de género.

Mas há brechas neste igualdade, pois há medidas que estão a chegar a extremos que tocam o ridículo.

Em Sormland, há uma proposta de lei para aprovar a norma dos homens urinarem sentados. Não é brincadeira e é justificada por razões de higiene e mais eficácia, por exemplo, a a esvaziar as bexigas.

Viggo Hansen afirma que o faz por razões de saúde e sanitárias. Mas também admite que está a testar a masculinidade sueca:

“Quando o meu filho estava no jardim de infância, eles tentaram forçá-lo a a fazer chich iem pé, e eu tinha ensinado a fazê-lo sentado. Quando a escola o deixava sentar para fazer xixi, não havia problema. Além disso, li um artigo sobre uma escola na Noruega, onde tinham proibido os meninos de fazer chichi de pé. Muitas pessoas reagiram e disseram que tinham tirado o direito aos meninos de serem meninos.”

Ann Helena Rudberg juntou-se ao movimento feminista na década de 70. Lutou pelos direitos das mulheres, por ter assistido à violência doméstica de que a própria vítima foi a mãe.
Hoje defende que as mulheres têm direitos iguais e que os partidos políticos são feministas e levam as coisas longe demais:

Ann Helena Rudberg: “É uma luta de poder entre homens e mulheres. E o se provoca é um machismo onverso, um feminismo de efeitos perversos.”

 Numa escola, em Estocolmo, a igualdade de género no ensino é uma prioridade. Controversa, também. Aqui os meninos e as meninas são encorajados a não ficarem limitados a esterotipos nos papeis que desempenham e nas brincadeiras.

Desde o ano passado, há uma nova palavra no discionário sueco.

“Hen” passou a ser o proponme pessoal de designa “she” ou he”, ele ou ela.

Lotta Rajalin, diretora da escola, Egalia:

“Acham que vão mudar as meninas em meninos e meninos em meninas e é claro que não é esse o objetivo. Nós gostamos de dar a cada ser humano os mesmos direitos. As mesmas possibilidades. As mesmas responsabilidades. É uma questão de democracia “.

Igualdade de género e democracia. Embora alguns críticos argumentam que o governo da Suécia está a levar tudo isto longe de mais a agenda feminista para um nível quase radical, outros afirmam a luta pela igualdade de género está longe de terminar.

Copyright © 2014 euronews

Mais informação sobre
| Partilhe este artigo
|