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A esperança da reforma da Cúria

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A esperança da reforma da Cúria

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O mundo católico está satisfeito com a escolha de um novo papa e expetante quando à forma como Francisco vai exercer o pontificado.

A Igreja enfrenta grandes desafios e precisa de reformas. O novo papa, visto como reformador, alimenta a esperança de muitos fiéis.

Uma das reformas de que muito se fala é a da própria Cúria Romana, o conjunto de órgãos tanto de ordem espiritual como material que governa a Igreja.

O último a reformar a governação da Igreja foi João Paulo II, em 1988. Já na altura, Karol Woytila pretendia que a Cúria fosse adaptada à missão pastoral da Igreja e capaz de ir ao encontro das necessidades concretas da sociedade religiosa e civil.

Mas a missão não é fácil. Bento XVI terá deixado uma proposta de reforma, que ele próprio não conseguiu concretizar.