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Marcel Hirscher rumo à imortalidade

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Marcel Hirscher rumo à imortalidade

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Marcel Hirscher chegou ao topo do esqui mundial e não pretende abandonar o seu posto tão cedo. Vencedor da Taça do Mundo de Esqui Alpino pela primeira vez em 2012, o austríaco provou esta temporada que o triunfo não foi obra do acaso e tornou-se no primeiro esquiador a revalidar o título desde o compatriota Stephan Eberharter em 2003.

Um triunfo abrilhantado pela conquista do pequeno Globo de Cristal no slalom, disciplina onde a sua pior classificação em toda a temporada foi o terceiro lugar em Val-d’Isère.

Aos 24 anos, Marcel Hirscher atingiu a maturidade competitiva que lhe permite fazer da regularidade a sua grande arma. É verdade que venceu menos provas que em 2012, apenas seis, menos três que no ano anterior, mas cometeu a proeza de subir ao pódio em 18 ocasiões, ou seja, em mais de metade das provas efectuadas.

No entanto as proezas de Hirscher não se limitam à Taça do Mundo. Nos Campeonatos do Mundo, em Schladming, conquistou a medalha de ouro no slalom e a prata no slalom gigante, ajudando ainda a Áustria a vencer o título por equipas.

Para 2014 adivinham-se novos objectivos. Sem nada a provar na Taça do Mundo, Marcel Hirscher deverá lançar-se em busca de um título olímpico em Sochi. A única vez que participou nos Jogos de Inverno, em Vancouver em 2010, ficou bastante próximo das medalhas, terminando em quarto no slalom gigante e quinto no slalom.

No entanto quase não é suficiente para um homem que não conheceu rival à altura nos últimos dois anos. Em Sochi, Marcel Hircher espera ganhar um lugar na galeria dos imortais.