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Negociações difíceis entre Chipre e Troika

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Negociações difíceis entre Chipre e Troika

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As negociações entre Chipre e a Troika estão num momento “bastante delicado”. O presidente Nicos Anastasiades deverá viajar este domingo a Bruxelas para se inteirar pessoalmente das negociações com os representantes do Banco Central Europeu, da Comissão Europeia e do Fundo Monetário Internacional.

Isto depois de ter ficado acordado que Nicosia vai taxar até vinte por cento os depósitos bancários superiores a 100 mil euros.

Este domingo está também prevista mais uma reunião extraordinária dos ministros das Finanças da Zona Euro.

Nas ruas de Nicósia multiplicam-se as manifestações e os receios de que o país entre em incumprimento já a partir desta terça-feira.

A corrida aos supermercados já começou. “Notamos um aumento da procura em cerca de 30 por cento. As pessoas estão mais ansiosas e temem que deixe de haver comida em stock. É por isso, que as pessoas levam mais alimentos nos carrinhos de compras” afirma um comerciante.

Para desbloquear o empréstimo europeu de dez mil milhões de euros, o governo cipriota precisa de angariar 5,8 mil milhões.

Isto depois de ter ficado acordado que Nicosia vai taxar até vinte por cento os depósitos bancários superiores a 100 mil euros.

O imposto máximo vai ser aplicado no Banco de Chipre na tentativa de evitar a restruturação daquela que é a maior entidade financeira do país.

O acordo foi alcançado, este sábado, durante um encontro entre uma delegação da Troika e do Banco Central de Chipre. Um avanço que não afasta, no entanto, o cenário de bancarrota.

A maratona negocial em Bruxelas prossegue, este domingo, com uma reunião extraordinária dos ministros das Finanças da Zona Euro.

Nas ruas de Nicósia multiplicam-se as manifestações e os receios de que o país entre em incumprimento já a partir desta terça-feira.

A corrida aos supermercados já começou.

“Notamos um aumento da procura em cerca de 30 por cento. As pessoas estão mais ansiosas e temem que deixe de haver comida em stock. É por isso, que as pessoas levam mais alimentos nos carrinhos de compras” afirma um comerciante.

Para desbloquear o empréstimo europeu de dez mil milhões, o governo cipriota precisa de angariar 5,8 mil milhões de euros. Cerca de metade desta verba vai ser encaixada com a restruturação da banca.